quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O primeiro ano de Mercado de Outono «superou o expectável».

O primeiro ano de Mercado de Outono «superou o expectável».


A TAGUS e a PROVE «promover e vender» uniram-se com o objetivo de desenvolver o espaço do Centro Comercial Millenium e, ainda, com o intuito de «ajudar os pequenos produtores a escoar os produtos» e de criar «proximidade entre quem produz e quem consome».

Foi na manhã de sábado, dia 15 de Outubro, que, no edifício Millennium,  se realizou o primeiro Mercado de Outono. Este tipo de iniciativa já decorreu durante o ano, com o Mercado de Primavera e o Mercado de Verão. A TAGUS confirma que, ainda este ano, se irá realizar o Mercado de Inverno. E que, para o ano, pretende «dar continuidade a estas e outras iniciativas semelhantes», acrescenta Catarina Lourenço, Engenheira Agrícola, responsável pela iniciativa.

Esta iniciativa «superou o expectável», com cerca de 130 participantes. O «feedback foi positivo, tanto da parte dos produtores aderentes, como dos visitantes ao Mercado». Houve ainda, de ambas as partes, «vontade de se repetirem estes eventos.»

Quando não há Mercados a  PROVE, em Abrantes, funciona com dois núcleos no âmbito do projecto Bairro ConVida, do qual a TAGUS é parceira.  Este desenvolve-se todas as semanas com a composição e entrega  de «cabazes de produtos hortofrutícolas aos consumidores inscritos». «As frutas e legumes variam consoante a época do ano, sensibilizando quem consome para os ciclos das culturas agrícolas.» O Núcleo II distribui à quinta-feira, e o Núcleo I, à sexta-feira.

A TAGUS, coopera com a PROVE do Ribatejo Interior desde 2010,  e diz que esperavam «aquilo ao que já nos habituaram ao cooperar com eles: empenho, simpatia, dedicação e um enorme profissionalismo. O que se alcançou, mais uma vez.».

Irene Vale nº 80580




Centro hospitalar Médio Tejo reforça qualidade com novas contratações

O centro hospitalar Médio Tejo (CHMT)-  que abrange o Abrantes, Tomar e Torres Novas – contratou em Outubro 48 enfermeiros e 28 assistentes. Estas novas contratações vão poder reforçar os serviços que mais carecem, em especial o Bloco Operatório, Urgência, UCIP (Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes)  e Obstetrícia e Ginecologia.

Anabela Vaz, do gabinete de comunicação do CHMT, diz que «estas contratações são importantes pois trata-se de um reforço de pessoal que é mais um contributo para a contínua melhoria da prestação de cuidados de saúde e atendimento à população abrangida pelo CHMT»

Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração do CHMT ,  confirma salientando que «a dotação destes profissionais está diretamente ligada aos cuidados prestados aos utentes do CHMT e influencia diretamente os indicadores de qualidade’.’ Além disso estas novas contratações vão ter «impacto direto na região, na medida em que se fixa um grupo significativo de jovens profissionais numa região envelhecida contribuindo, também, para o desenvolvimento da economia local

O enfermeiro directordo CHMT, Nelson Paulino da Silva, afirma que o CMHT é «exemplar» no que toca às contratações. E continua: “procuramos que os contratos sejam sem termo, evitando desta forma situações de precariedade laboral. O CHMT procura ter, quer enfermeiros quer auxiliares, em situação de não precariedade’’.

Nos últimos dois anos, o Centro Hospitalar do Médio Tejo contratou mais de 140 enfermeiros e 80 assistentes operacionais. O CHMT tem um papel importante na região, exemplo disso são estas novas contratações que vão aumentar o emprego e fixar a população, com condições de trabalho adequadas.


Irene Vale, 80580

Intermarché apoia causas solidárias

Uma angariação de material escolar aconteceu por todo o país nas lojas Intermarché e Abrantes não foi excepção . Os clientes são os maiores apoiantes deste tipo de iniciativas. Apesar dos resultados desta campanha poderem ter  «sido mais expressivos»  o Intermarché revela a importância de se entregar material gratuito às escolas.

A Escola Maria Lucília Moita e a Escola da Chainça foram as escolas seleccionadas por serem as mais carenciadas de cada agrupamento  de Alferrarede. No final da tarde do dia 4 de Outubro, na loja, deu-se a entrega do material escolar às coordenadoras das escolas. Os feedbacks das representantes «é sempre uma mais valia»

O Intermarché, que pertence ao grupo «Os Mosqueteiros», tem frequentemente iniciativas deste género. No ano passado, por exemplo, a loja «entregou equipamentos aos bombeiros de Abrantes», houve «uma iniciativa de recolha de bens alimentares para animais» para o canil de Abrantes e, na altura dos incêndios no Sardoal, em que «contribuímos com vários alimentos», explica João Lopes. O grupo também costuma participar na recolha de alimentos para o banco alimentar que consideram ser «tão importante na nossa sociedade.» Exemplo disso foi, o ano passado, a disponibilização da loja para a recolha de alimentos por parte da ESTA  (Escola Superior de Abrantes) que chegou depois às famílias mais carenciadas do concelho de Abrantes.

Irene Vale, 80580


Mural do Creative Camp em Abrantes apagado

O mural feito pela Creative Camp no Largo do Chafariz, em Abrantes, foi, em parte, apagado. As obras no edifício onde se encontra uma loja chinesa foram a causa desta destruição.

O edifício da loja chinesa está em renovações há um mês e toda a sua parte de fora está a ser pintada. Como consequência disso, algumas das letras que formam a palavra “Silêncio”, foram apagadas. Os lojistas afirmam que as letras não vão ser pintadas novamente.

Apesar desta destruição ter sido apenas um dano colateral das renovações da loja chinesa, os murais do Creative Camp foram, ainda este ano, alvo de descontentamento. Em Julho, o vereador da CDU, Avelino Manana, mostrou o seu descontentamento pelo orçamento, feito pela Câmara Municipal sobre o 180 Creative Camp, não ter sido levado a Reunião de Câmara. Para além disso, mostrou-se ainda chocado com a inscrição da palavra “Transição” nos claustros do Convento de S.Domingos.

O gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Abrantes afirma que não pode comentar o assunto, o que pode dizer é que as obras que vão acontecer nos claustros, para a instalação do Museu Ibérico, “podem fazer com que o inscrição seja apagada”.

O 180 Creative Camp é organizado pelo canal 180, conta com o patrocínio da Câmara Municipal de Abrantes, e esteve este verão em Abrantes pelo quinto ano consecutivo.

Mural nos claustros do Convento de S.Domingos

Obras na loja chinesa, que afetaram o mural da creative camp

Mural da creative camp antes das obras


Adriana Claro 80572

Central Termoelétrica do Pego é uma das empresas mais poluidoras do país

A Central Termoelétrica do Pego, em Abrantes, está em segundo lugar no ranking elaborado pela organização não governamental ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, das cinco principais empresas emissoras de Gases de Efeito Estufa (GEE), em Portugal, com base nos relatórios da Agência Portuguesa do Ambiente e da Comissão Europeia.

Os dados foram divulgados na véspera da entrada em vigor, dia 4 de Novembro, do Acordo de Paris, um dos mais decisivos acordos que tem vista posta na meta de reduzir a emissão de dióxido de carbono e, consequentemente, o aquecimento global.

Em Portugal, todos os dados dos relatórios da Agência Portuguesa do Ambiente e da Comissão Europeia têm por base os relatórios obrigatórios que cada instituição tem que apresentar periodicamente, segundo as exigências do Comércio Europeu de Licenças de Emissão.  Os sectores com mais emissão de GEE são o transporte rodoviário e a produção de eletricidade. Em primeiro lugar está a Central Termoelétrica de Sines, da EDP, e em segundo lugar, a Central Termoelétrica do Pego, gerida pela Tejo Energia.

O que as duas centrais elétricas têm em comum é o facto de trabalharem a partir da queima de carvão. Este é um dos grandes responsáveis pelos altos níveis de emissão de CO2 para a atmosfera. A presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, reconhece o facto destes valores terem impacto a nível global e afirma a necessidade de substituir as centrais existentes por centrais mais sustentáveis: “O ideal era que que a produção de energia fosse feita por fontes renováveis, mas ainda não é possível. Sabemos que relativamente ao atual modelo energético seria desejável uma solução menos poluente, mas isso é o futuro que todos desejamos e que com toda a certeza as entidades competentes estão a trabalhar para isso”.

No entanto, a Presidente da Câmara está confiante de que a Central Termoelétrica do Pego tudo tem feito ao seu alcance para minimizar o seu impacto no ambiente: “O Município tem acompanhado, ao longos dos anos, as notícias que vão surgindo sobre a Central Termoelétrica do Pego.  Sabemos que esta empresa tem acompanhado todas as inovações técnicas que vão surgindo, adaptando-se a elas, de forma responsável, ultrapassando as condicionantes com que estas empresas se deparam”. Maria do Céu Albuquerque lembra ainda que a Central Termoelétrica do Pego é “a central a carvão mais moderna em operação na Península Ibérica”.


De acordo com os dados que a ESTAjornal conseguiu recolher, em 2009 foi realizado um investimento muito importante e significativo, na central termoelétrica do Pego, relativo à diminuição da emissão de certos poluentes provenientes de grandes instalações de combustão. A nível da sustentabilidade ambiental, a central usa e transforma os recursos naturais de uma forma sustentada, devolvendo os subprodutos resultantes de uma forma respeitosa ao ambiente.

Central Termoelétrica do Pego


Adriana Claro 80572

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Igualdade em Abrantes



Abrantes recebeu pela terceira vez o prémio “Viver em igualdade”, por ser considerada das cidades que mais tem igualdade de género e pouca discriminação. A presidente da câmara, Maria do Céu Albuquerque, foi quem aceitou o galardão em nome da cidade.
A câmara tem desenvolvido várias iniciativas para combater a desigualdade e a discriminação. Fazem programas de apoio social a estratos sociais desfavorecidos, pessoas isoladas, vítimas de violência ou minorias étnicas; ações de formação para vários públicos. Este esforço tem sido recompensado pois já não é a primeira vez que o concelho de Abrantes obtém este reconhecimento. "Receber pela terceira vez consecutiva o prémio bienal "Viver em Igualdade" reflete o reconhecimento dum processo persistente que pretende acima de tudo a conscientização das pessoas para as questões da igualdade entre rapazes e raparigas, homens e mulheres.”, afirma Sofia Loureiro, conselheira Municipal para a Igualdade.
Tem sido um trabalho gradual e cada vez mais desenvolvido. “Tem sido estruturado com base em planos de ação concretizadas através de ações concretas, mobilizando toda a comunidade e os seus agentes (serviços municipais, setor empresarial privado, organizações da sociedade civil, setor educativo, famílias e pessoas), no sentido de reforçar junto das pessoas o significado das questões dos direitos humanos, da democracia e da cidadania no seu mais direto sentido cívico e de zelo pelo interesse coletivo.”
O prémio foi recebido por Maria do Céu Albuquerque numa cerimónia que decorreu no Teatro da Trindade, em Lisboa, e que contou com a presença do ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, secretária de estado da Cidadania e da Igualdade, Catarina Marcelino, presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Teresa Fragoso e os autarcas dos sete municípios premiados.
Após isso, assinalou-se no dia 24 de outubro, o Dia Municipal para a Igualdade. Desenvolveu-se uma atividade na Praça Barão da Batalha, no Centro histórico da cidade. Os cidadãos puderam deixar mensagens escritas onde incentivavam o resto da população a ir contra a discriminação. As mensagens foram depois afixadas com um laço num banco que simbolizava a imagem de marca do Plano Municipal do concelho de Abrantes.


Marta Vidigal nº 80588

Associação Renascer faz peditório em Abrantes



A Associação Renascer marcou presença em Abrantes com o intuito de fazer um peditório entre os dia 15 e 17 de novembro, à semelhança do que costuma fazer noutras cidades do país.
A associação é principalmente destinada a jovens com problemas, que vêm de prisões ou das ruas. A intenção é passarem por um programa de recuperação, dando-lhes, “uma segunda oportunidade para sair do álcool, das drogas ou de alguma dependência”, afirma Filipe Raposo, voluntário há sete anos na instituição.
O mesmo refere que, “uma das razões que me faz estar aqui é a tristeza com que entram e o sorriso com que saem”. O objetivo da Associação é salvar vidas e “tem surtido muito efeito nesse sentido”.
Para além disso, também ajudam famílias carenciadas através de cabazes e fazem campanhas nos supermercados onde pedem comida para ajudar as mesmas.

Marta Vidigal nº80588