terça-feira, 22 de novembro de 2016

Academia do Mercado - Showcooking das "Broas dos Santos"

Academia do Mercado com showcooking das “Broas dos Santos”, apresentação de uma nova broa pela pastelaria “Palha de Abrantes” e magusto com oferta de castanhas assadas. Tudo isto na Academia do Mercado.

A Academia do Mercado é a nova iniciativa da Câmara Municipal de Abrantes para as manhãs de Sábado. Este sábado, dia 12 de Novembro, dedicou-se aos sabores e aromas da região. Em representante da Presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, esteve presente o Vereador Manuel Jorge Valamatos para dar início à atividade: “Esperemos que seja uma atividade interessante, gostosa e que nos faça bem à alma também”. Aproveitou ainda para agradecer à pastelaria “Palha de Abrantes” por ter aceite o convite e por se ter juntado à Câmara Municipal para esta iniciativa.

Pedro António, proprietário da pastelaria “Palha de Abrantes”, recebeu com entusiasmo esta proposta da Câmara: “Nós somos uma casa já tradicional na nossa cidade e a Câmara lançou-nos este desafio. É a primeira vez que se faz alguma coisa do género neste espaço do mercado e nós estamos sempre disponíveis para ajudar a Câmara Municipal em tudo e a cidade em si”.

Pedro António lembra ainda que esta é uma oportunidade importante para a pastelaria dar a conhecer os seus novos produtos: “É uma boa iniciativa para divulgar o nome e os produtos da casa. Aproveitámos para divulgar um novo produto, as broas de batata doce, e acho que foi uma boa ideia, correu muito bem. Queria-mos perceber se as pessoas iam gostar, ou se iam criticar e o quê, para daqui tirar ensinamentos e servir melhor o cliente”.
A Academia do Mercado é uma iniciativa que promete revitalizar o espaço do mercado municipal, dinamizando também a cidade. Esta iniciativa está a decorrer durante o mês de Novembro e todos os sábados, das 10h30 às 13h, promete oferecer um conjunto de atividades no âmbito da divulgação e prova de vinhos regionais, showcooking, dicas de alimentação saudável, nutrição e música.



Broa de Batata Doce


Broa dos Santos





Adriana Claro 80572

Botica do Real Convento de Cristo convida até ao Verão de 2017

Está em exposição, desde julho, a coleção de vasos e potes da Botica do Real Convento de Tomar, dando a conhecer a história da Real Botica. Esta exposição resulta de uma parceria do Convento de Cristo com o Museu da Farmácia, Palácio Nacional de Mafra, Museu Nacional do Azulejo e Instituto Politécnico de Tomar, entre outras colaborações cientificas e técnicas.
A exposição “Botica do Real Convento de Cristo” ainda não foi incluída no percurso turístico habitual pois, segundo a colaboradora do Convento de Cristo, Maria da Luz Lopes, há “alguns anos funcionava aí o Hospital Militar e depois numa outra zona contígua foram instalados os serviços administrativos do Monumento, que há uns dez anos foram transferidos para outro espaço.” Segundo ela, não foram efetuadas quaisquer obras de restauro, apenas foram as necessárias, como iluminação e mobiliário, à instalação da exposição.
“As pessoas que atualmente visitam o espaço vão visitar a exposição em particular. Esse é motivo mais que suficiente para a visita, mas não deixa de ser também uma oportunidade para visitarem essa parte da enfermaria, pois embora sempre se permitisse o contacto visual com esse espaço”, uma vez que é visível através de uma porta de vidro, no extremo norte do Corredor do Dormitório Grande, “agora é possível percorrê-lo.” Este é o feedback que tem recebido das pessoas que já visitaram este espaço.
No seu entender, “o motivo de interesse principal para visitar a ala da Enfermaria do Convento de Cristo é por ter interesse em saber coisas ligadas à atividade da cura das doenças, no tempo em que a Ordem de Cristo tinha aí, no Convento, a sua Botica e Enfermaria.”

Maria da Luz Lopes apela a que todos visitem o Convento. “As pessoas devem visitar o Convento de Cristo, aproveitando para fazer programas culturais em família”, já que ao primeiro domingo de cada mês a entrada é gratuita para grupos até 12 pessoas, em todos os monumentos e museus.Visitar os monumentos é também para família e amigos estreitarem laços, aumentar os seus conhecimentos e melhorar a sua saúde porque andar a pé faz bem à saúde. O sofá não foge, fica à espera que se volte a casa cansado, mas feliz por um dia passado a visitar sítios fantásticos como o Castelo dos Templários e o Convento de Cristo em Tomar.”

www.boticadoconvento.ipt.pt
Rafaela Lucas



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

InCup “já se desenvolve há 10 anos”

Foram 10 equipas, “empenhadas e motivadas”, que marcaram presença na edição deste ano da InCup, uma iniciativa do Inatel, que foi de “extrema importância para o associativismo que desenvolve o futebol”, afirma Luís Valente, Chefe da Divisão de Cultura, Património e Desporto da Câmara Municipal de Abrantes.

InCup envolve os clubes do concelho a participarem neste campeonato de Futebol do Inatel. Este gênero de atividade “já se desenvolve há 10 anos”, diz Luís Valente. As dez equipas são divididas em dois grupos por igual número, sendo o A primeiro e depois o B.

As equipas participantes foram o Clube C.R. Vale das Mós, a Casa Povo Rio de Moinhos, Associação M.F. Alvega, ACDR “os Lobos Carvalhal”, União Desportiva Rossiense, a Casa Povo S. Facundo, C.P.C.D. Sentieiras, Associação Moradores Amoreira, Casa Povo S. Miguel Rio Torto e Bemposta Futebol Clube.

A atividade InCup realizou-se nos campos das equipas participantes entre os dias 24 de setembro e nove de outubro.

Maria Azevedo, 80585

Abrantes abraça o Dia Mundial do Coração

O Dia Mundial do Coração é comemorado por todo o país, no dia 29 de setembro, a convite da Fundação Portuguesa de Cardiologia. Em Abrantes foi o segundo ano de celebração deste dia. Eva Rodrigues, que faz parte do serviço de juventude, começou a “coorganizar esta iniciativa, tirando-lhe um pouco de cariz meramente desportivo, agrupando outras atividades promotoras de hábitos de saúde, bem-estar e estilos de vida saudáveis, aliando o exercício à saúde física e mental”, afirma.

Muitas atividades foram realizadas durante este dia. Inicialmente, às 10 da manhã, realizou-se um workshop “Histórias para (não) comer”, em que os participantes ouviam o conto “O dia em que a barriga rebentou”, seguindo-se a confeção e prova de um lanche saudável com a nutricionista Célia Dias Lopes. Participaram 28 crianças do Jardim de Infância do Centro Social de Alferrarede.

Na parte da tarde houve uma demonstração de suporte básico de vida e a realização de rastreios, com o apoio do Centro Humanitário Abrantes/Tomar da Cruz Vermelha.

O dia foi animado pelo “Dr. Coração” que distribuiu dicas para um coração saudável”.

Os utentes das associações, lares e Centros de dia de Abrantes fizeram vários corações em crochê e renda, para serem usados nas árvores no Jardim da República, com o objetivo de alertar e envolver a população para a prevenção das doenças do coração.


Eva Rodrigues declara que estas atividades foram muito motivadoras, “uma vez que em 2015, primeiro ano em que as comemorações tiveram este novo modelo, participaram 7 instituições (lares e centros de dia de Abrantes) com cerca de 80 utentes. Este ano aceitaram o nosso convite 11 instituições (lares e centros de dia) e 2 associações (Cres.Ser e Aclama), tendo participado cerca de 220 pessoas”.


Créditos: Maria Azevedo
Maria Azevedo, 80585

“Não existe sucesso. Existe trabalho e atitude”

Tem 27 anos, é de Samora Correia e chama-se Tiago Figueiredo. É um dos criadores da CV Original, uma marca de roupa que está a fazer furor pelas ruas de Samora, e não só. É licenciado em Marketing, relações públicas e publicidade e com a incrível paixão por aquilo que faz e uma grande vontade de vencer, Tiago caminha a passos largos para o sucesso. O negócio dura há pouco mais de ano e meio, e, apesar dos altos e baixos, a CV Original é já uma marca bastante conhecida.

P - O que significa o nome da marca e o símbolo do logotipo?
R - O CV são as iniciais de “Chão Vermelho”, que é o bairro onde eu e os meus sócios fomos criados. O Y  do logo, no meio, significa uma árvore genealógica porque nós começámos como amigos de infância até acabarmos como sócios. 

P - Como surgiu esta ideia de criar uma marca de roupa?
R - A ideia surgiu numa noite de brincadeira, uma noite de copos, em que decidimos que tínhamos de fazer qualquer coisa para irmos de férias, para tirar umas fotografias. O meu sócio Ricardo Silva ia para Palma de Maiorca, eu ia para Vilamoura, e nós queríamos levar umas camisolas  com um símbolo qualquer para tirar umas fotos na brincadeira. Nunca pensámos que corresse tão bem (diz entre risos).

P - Ou seja, era só para vocês mas acabou por se tornar numa coisa maior?
R - Sim, era só para nós, andávamos a tirar fotos na boa. Depois, começámos a receber  mensagens a perguntar onde é que se comprava essa roupa e quem é que fez o logotipo. A partir daí acho que surgiu uma ideia e surgiu um trabalho.

P - Onde vendem os vossos produtos?
R - Vendemos os nossos produtos através das redes sociais Facebook e Instagram. Vamos ter em breve as nossas roupas em lojas também, tanto em Samora como fora.

P - Exportam roupa para fora de Portugal ?
R - Neste momento estamos a vender para o estrangeiro a pessoas conhecidas nossas, mas pretendemos expandir o nosso negócio para lá.  É preciso é sorte, Deus queira. (acrescenta entre risos).

P - Que tipos de produtos têm à venda neste momento?
R - Neste momento temos roupa desportiva, é essa a nossa gama, vamos apostar forte na roupa fit. Temos também bonés, cap’s, snapback’s, cavas e tops. Temos também sweatshirts com e sem carapuço, casacos, fatos de treino… no fundo, uma roupa mais prática.

P - Pretendem expandir a marca com novos produtos?
R - Sim, nós não queremos ficar só por um estilo. Nós temos intenções e estamos a trabalhar neste momento para isso, para entrar em várias gamas de roupa, tanto mais formal como roupa para o dia-a-dia, roupa para usar em casa,  vários tipos.
Se nós já temos aqueles clientes que só nos compram a nossa roupa fit, também queremos abranger os outros clientes, as outras pessoas. Há clientes que, por vezes, perguntam por camisas ou polos, e então nós vamos entrar nesse mercado. Vamos ver se vai correr bem ou não. Já temos alguns polos, foram bem vendidos, os clientes gostaram e estão a pedir mais.  

P - Soube que já patrocinam alguns espaços comerciais, quer falar um pouco sobre isso?
R - Neste momento estamos a patrocinar dois bares na localidade de Samora Correia, um deles é o bar “105” e o outro é o “Riu’s”. Os empregados servem com alguma gama da nossa roupa e espalhado pelo bar temos publicidade nossa. Temos o logotipo na parede, temos placard e temos outdoor. Publicidade que chama a atenção das pessoas para a nossa marca.

P - Como lida com o sucesso que tem tido, sendo assim tão novo?
R - Eu não lhe chamo sucesso nem acho que seja sucesso. Acho que não existe sucesso. Existe foco, trabalho e atitude. E é nisso que se baseia a nossa marca. Se não tivermos atitude, nunca vamos ter sucesso. Por isso é que eu costumo dizer que nós estamos a trabalhar para satisfazer os nossos clientes, mas, acima de tudo, nós é que precisamos deles, porque sem eles a nossa marca não seria nada. Acho que o que nós temos deve-se a trabalho, e ainda bem que as pessoas gostam e confiam no nosso trabalho.

P - Como se sente quando vê pessoas na rua com a sua roupa?
R - Sinto-me bem, sinto-me feliz. Às vezes apetece-me chegar ao pé dessa pessoa e dizer que a marca é minha. É uma enorme alegria saber que as pessoas gostam, que usam no dia-a-dia, que pedem mais, querem mais modelos e esperam pelas novas tendências… é muito bom, nem sei explicar. Sinto-me orgulhoso porque todo o trabalho que estamos a ter agora e todo o esforço, o dinheiro gasto, acho que vem por alguma razão. E essa alegria ninguém nos tira.

P - Qual é o segredo para ter um negócio de sucesso nos tempos que correm?
R - Arriscar, confiança, atitude. Nunca deixar de sermos nós próprios. Cinco pessoas ou dez pessoas à tua volta podem dizer que aquilo não vai dar, mas se tu tens na cabeça que aquilo vai dar e que podes avançar para a frente e que vai ser uma bomba autêntica, não desistas, nem baixes a cabeça. Agarra-te às pessoas que sempre estiveram do teu lado e sempre a dar-te força positiva. Uma coisa importante também é gostarmos daquilo que fazemos, porque se nós não gostamos do que fazemos nunca vamos chegar a lado nenhum.

Temos agora alguns bons restaurantes que querem a nossa roupa, querem a nossa publicidade, querem que a marca faça algum evento lá, porque essas pessoas confiam em nós. Dito por calão, somos putos novos e as pessoas olham para nós e dizem ‘eles têm uma marca de roupa? Mas como é que é possível? São putos novos, gostam da noite, gostam de beber copos”, mas isso não interessa. Eu gosto de sair à noite, gosto de ir jantar fora, gosto de ir ao cinema, gosto de viajar, mas sei o que eu tenho para fazer. Se temos um cliente para satisfazer então tenho de satisfazer primeiro esse cliente, tenho de lhe mandar aquilo que ele deseja, para depois eu poder seguir a minha vida. Acima de tudo temos de gostar do que estamos a fazer, e se é uma coisa nossa temos de a estimar. Pode haver momentos em que não corre bem, mas não podemos desistir. Olho para trás e vejo emails e fotografias de pessoas felizes com a nossa roupa e essa é a minha alegria. Agarro-me a isso. As coisas quando não dão arranja-se solução. Temos uma equipa excelente a trabalhar. Sócios somos três e temos a maior parte do trabalho, mas temos muitas pessoas à nossa volta que nos dão muita força e, para nós, isso chega. Acima de tudo há que ter atitude.

Snapback's 

Tiago Figueiredo, a usar a gama de roupa da CV Original

Adriana Claro 80572


O Orçamento Participativo para 2017 «superou o expectável»

A primeira edição do Orçamento Participativo, em Abrantes «superou o expectável». Sendo um dos objectivos do atual executivo, este foi elaborado e aprovado no dia 16 de dezembro de 2015, para entrar em vigor em 2017. Todos os cidadãos e cidadãs do concelho de Abrantes, maiores de 18 anos, puderam participar.

Os principais objectivos deste projecto, segundo Ana Neves do Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Abrantes, eram «estimular o envolvimento e a participação direta das cidadãs e dos cidadãos, conhecer melhor as necessidades e expetativas das populações, incentivar o diálogo entre eleitos e eleitas e valorizar a democracia direta de maneira a dotar de legitimidade as decisões oriundas do poder público bem como atender os problemas da comunidade».

Cada cidadão podia apenas elaborar uma proposta e esta tinha que encaixar no orçamento que a Câmara Municipal deu, um total de 266.000.00€, valor que que corresponde a cerca de 5% do Plano de Investimentos do Município.

Das 29 propostas apresentadas, apenas 21 reuniam condições para votação. Dessas, foram aprovados cinco projectos. Em primeiro lugar, com 154 votos, o projecto de requalificação paisagística do Largo Espírito Santo, freguesia das Mouriscas.  O segundo classificado, com 120 dos votos, foi a realização do evento histórico/cultural, na freguesia de Mouriscas.  Em terceiro lugar, com 110 votos, foi a rede associativa de relações locais, em Abrantes e Alferrarede. Em quarto lugar, com 105 dos votos, a carrinha do cidadão, nas freguesias de Rio de Moinhos, Martinchel, Aldeia do Mato e Souto, Fontes e Carvalhal. Como último classificado, com 78 dos votos, a construção do espaço, parque infantil/tempos livres no centro escolar freguesia de Bemposta.

A análise final da votação, feita pela câmara de Abrantes, concluiu que dos 557 votantes, 51% foram do sexo masculino e 49% do sexo feminino. O escalão que mais votou foi a faixa entre os 35-65 anos e 34% dos votantes residiam na freguesia de Abrantes e Alferrarede.  Os últimos dias de votação foram os que tiveram um maior número de votantes.

Segundo Ana Neves «o horizonte do projeto é intemporal, dependendo da vontade dos Abrantinos a sua continuação, vontade essa aferida pelos níveis de participação que venham a verificar-se em cada ano.»




Irene Vale, 80580







E hoje? Já comeu um gelado?

Ouve-se por Abrantes que a antiga Gelataria Liz, agora com o nome Lis Gelataria by Ondalux, é a Santini da cidade florida. Um espaço fresco em tons de branco e amarelo e com gelados de receita única em que os sabores são diferentes todas as semanas.

A verdade é que este novo espaço nem sempre foi assim e era Paulo Dias o dono da gelataria, que conta com 40 anos de existência. Foi este verão que o antigo dono vendeu a receita aos novos proprietários, Pedro Pina Ribeiro e Carla Ribeiro, que já eram seus conhecidos.

Luís Prates, neto de Paulo Dias, afirma: “Foi uma boa transição, tornou-se num sítio mais moderno”. Acrescenta ainda: “Ele quis fazer os 40 anos como forma de despedida. O último ano foi mesmo para acabar em beleza”.

Paulo Dias e a sua esposa, Maria Idalina, abriram a gelataria no ano de 1976 e o antigo proprietário começou no negócio dos gelados pois veio de África e foi lá que aprendeu a receita. Por isso decidiu investir numa coisa que já tinha conhecimento.

Um sítio moderno não prejudicará um negócio com tanta história? Luís responde “Perde aquela mística, não é o mesmo sítio, não são as mesmas pessoas. E começar o mesmo negócio, mesmo que num sítio diferente, com novos donos, há sempre uma pequena perda”.

Além dos gelados, o estabelecimento contém também croissants e batidos mas as filas fazem-se pelos sabores caseiros dos gelados. Os preços variam entre 1€ e 5€ em cone e de 2.5€ a 5€ em copo. Há também a possibilidade de levar para casa: a caixa pequena é de 9€ e a grande de 15€.

Luís Prates termina dizendo: “Eles têm tudo para correr bem, têm os gelados, têm o público, a fama e toda a gente já conhece aqueles gelados”.


A verdade é que quem prova os gelados não quer outra coisa, os sabores são tão verdadeiros que viciam. Umas calorias extra mas que de vez em quando não fazem mal! E hoje? Já comeu um gelado?

Joana Jerónimo, 80581